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Miguel - O Arcanjo Guerreiro

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A Elite Global no domínio da Mídia e a Imprensa Brasileira

Midia brasileira elite globalista

A mídia e sua propaganda ideológica "lutam em todos os campos de batalha do espírito, gerando, multiplicando, destruindo, exterminando, construindo e desfazendo". Foi assim que ensinou o publicitário-mor do nazismo. E a regra do baixinho Paul Joseph Goebbels vigora no mundo global. A mídia brasileira seguem a mesma fórmula. A diferença é que obedecem a seus controladores externos. São muito bem remunerados para servirem de paus mandados do poder mundial.

O famoso Clube Bilderberg, que reúne os 300 mais poderosos dirigentes e empresas do mundo, usa os principais grupos de comunicação mundial para criar uma opinião que respalde seus objetivos. Assim, defende a veiculação de notícias que influenciam o mundo político, a economia e o cidadão comum. O interesse dos controladores é usar a mercadoria informação para controlar, manipular ou dominar.

Os controladores têm entre seus membros de cúpula os Bancos Rothschild, o HSBC, o Barclay’s e o Warburg, a British Petroleum, a Royal Dutch Shell, (do lado inglês e europeu) e o J. P. Morgan, o Kuhn, Loeb & Schiff (tentáculo norte-americano dos Rothschild), o Lehman e o Rockefeller, a ExxonMobil e a Chevron (do lado dos EUA). Também entram nesta elite o banco espanhol Santander Central Hispano SA, o norte-americano Bank of América, o Royal Bank of Scotland e o banco belga-holandês Fortis e o holandês ABN Amro (fundindo-se ao Barclay’s). Eles formam a Oligarquia Financeira Transnacional.

A indústria da Comunicação está dominada por um número relativamente pequeno de empresas, que englobam todos os aspectos da produção e da distribuição de conteúdo. As transnacionais da comunicação estão sediadas nos principais países desenvolvidos. E seguem as ordens da Oligarquia Financeira Transnacional.

A primeira denúncia mundial sobre tamanha concentração econômica na mídia ocorreu em 1980, na Conferência Geral da Unesco, em Belgrado. Naquela época, foi lançado o “Informe Mac Bride (“Um só mundo, Vozes múltiplas. Comunicação e Informação em nosso Tempo”).
A indústria dos meios de comunicação, totalmente controlada, difunde a propaganda da globalização inevitável. As meretrizes da comunicação dão às pessoas não as informações que elas querem ou precisam, mas sim aquilo que os controladores do mundo decidem que elas devem saber e consumir.

Os controladores partem do pressuposto de que as massas – e por extensão, os governos – podem e devem ser manipulados. Seu objetivo estratégico final é, sempre, o controle do mundo. É o poder pelo poder. E a mídia transnacional é uma grande aliada no incessante processo de lavagem cerebral para viabilizar o controle. Esta é a prática da conspiração.

Os controladores exercem um férreo controle sobre as três mais prestigiadas cadeias de televisão nos Estados Unidos da América. Quem fez a revelação foi a revista holandesa Exposure (agosto/setembro de 1993). A reportagem denuncia que a NBC, a CBS e a ABC transmitem uma lavagem cerebral definida pelo famoso Instituto Tavistock de Relações Humanas (sediado em Londres e fundado em 1947). Tal conteúdo é definido pelo MI-6, o serviço de inteligência inglês, considerado o mais preparado e sofisticado do mundo.

Tudo é interligado. A rede NBC, pertence à General Electric, é uma subsidiária da RCA, um conglomerado de empresas da comunicação que presta serviços à inteligência britânica. O presidente da NBC, Thornton Bradshaw, que é do conselho diretor da RCA, é membro da Atlantic Richfield, da OTAM, do World Wildlife Institut, do Clube de Roma, do Instituto Aspen de Estudos Humanísticos e do CFR (Council on Foreign Relations). O comitê executivo da NBC tem membros indicados pelos grupos Rockefeller-Rothschild-Morgan, principal eixo e promotores da chamada Nova Ordem Mundial.

A ABC é da Disney Corporation. Mas a rede é controlada pelo Chase Manhattan Bank (que detém 6,7% das ações). O departamento de crédito do Chase controla 14% da CBS e 4,5% da RCA. O banco pertence aos Rockefeller. Já a CBS pertence à Viacom. Seu enorme conglomerado de comunicação comanda a MTV, a Show Time, a Nicklelodeon, a VH1, a TNN, a CMT, a Paramount Pictures e a Blockbuster. Antes de assumir o controla da CBS, William Paley formou-se em técnicas de lavagem cerebral no Instituto Tavistock.

Outro grupo de comunicação muito influente é a Fox News Channel, que pertence ao anglo-australiano Rupert Murdoch, proprietário de parte significativa dos meios de comunicação no mundo. A 20th Century Fox também lhe pertence. Murdoch é correia de transmissão da banda inglesa da Oligarquia Financeira Transnacional. Os principais veículos de informação do mundo são controlados, diretamente, pelos membros dos grupos de poder Bilderberg, CFR e Comissão Trilateral (esta última, uma criação de David Rockefeller, na década de 70).
O Brasil é influenciado pelo modelo e pelo conteúdo da mídia norte-americana. Aqui, apenas dez empresas, juntas, controlam virtualmente tudo o que se vê, se escuta e se lê no País. O mais grave é a dependência e subserviência dessas empresas às verbas oficiais ou favores burocráticos e fiscais dos diferentes governos (do crime organizado).

No entanto, isto ainda é um problema inferior. Mais grave é que o Poder Real das Oligarquias Transnacionais interfere na gestão e no conteúdo dos meios de comunicação brasileiros. Afinal, nossa mídia não só faz parte da elite globalizante, como se sente parte importante dela. Um estudo feito pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação revelou que apenas seis redes nacionais de televisão (Globo, SBT, Record, Bandeirantes, Rede TV! e JBTV – ex-CNT) controlam 667 veículos do País. São 309 canais de televisão, 308 canais de rádio e 50 jornais diários.

As estas redes de televisão, somam-se outros quatro grandes grupos de mídia, os grupos Abril, Folha, RBS e Estado. O mercado assiste à ascensão da Companhia Brasileira de Mídia, do empresário Nelson Tanure, que comanda o JB, Gazeta Mercantil, a rede JBTV e outros produtos.

O Estudo confirma que a rede Globo é provavelmente a empresa que mais concentra mídia no Brasil. Controla redes de TV por assinatura (Globosat, Sky e Net), rádios (CBN, rádio Globo), jornais (O Globo, Valor Econômico, Extra, Diário de São Paulo), revista (Época), internet (Globo.com), editora de livros (Editora Globo), gravadora (Som Livre) e uma produtora de filmes (Globo Filme). Mais de 40% dos brasileiros vêem a Rede Globo de televisão todos os dias. Em 2006, a Globo faturou R$ 5 bilhões. A Rede Record, R$ 1 bilhão.

O Império criado pelo falecido Roberto Marinho tem um poderoso parceiro internacional. O nome dele é Rupert Murdoch. Ela já teria direito a adquirir 30% das ações da Rede Globo, conforme um secretíssimo contrato de gaveta. O magnata anglo-australiano das comunicações é parceiro dos financistas controladores da City de Londres, responsáveis pela renegociação da dívida externa (em Eurobônus) da Globopar (holding das Organizações Globo).

Murdoch ajudou George Walker Bush a tomar de assalto a mídia americana, depois da eleição do republicano em 2000. O barão da mídia ango-australiano, maior publisher em língua inglesa do mundo, fez isso usando suas emissoras de tevê americanas, principalmente a Fox News Network, concorrente da CNN. Murdoch abriu espaço para uma campanha de intimidação contra jornalistas que não concordavam com a política externa de Bush, especialmente depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. No Brasil, Murdoch controla o sistema NET Sky de tevê a cabo e satélite.

Como se vê, o inimigo externo da soberania e do verdadeiro desenvolvimento do Brasil controla os meios de comunicação, para manipular a opinião pública e nos vender o conjunto de idéias e valores que nos mantém sob controle (deles) porque nós permitimos. O controle da mídia e seu conteúdo alimentam ainda mais tamanha passividade pela via da desinformação ou da informação manipulada ideológica e politicamente.

Nada custa repetir o que já foi dito. A reestruturação do modelo de comunicação no Brasil é uma questão que precisa ser resolvida, no momento em que os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira decidirem romper com o Governo do Crime Organizado.

Jorge Serrão é jornalista, radialista e publicitário, especialista em Administração Pública e Assuntos Estratégicos. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total (http://alertatotal.blogspot.com)

Erremos, mas quase acertemos
Na edição de quarta-feira, 2 de maio, cometemos um quase erro de informação.
Na nota “Qual vai ser o nome”, que aventava a possibilidade de o novo canal de notícias 24 horas da Record se chamar “Universal News”, dependendo de negociações de marca com o estúdio norte-americano, informamos, equivocadamente, que o magnata Ruperth Murdoch era o dono da Universal (filmes). Na verdade, o estúdio de Hollywood que pertence à News Corporation de Rupert Murdoch é a 20th Century Fox.
Apesar do erro, no fim das contas, todos eles obedecem à mesma oligarquia financeira transnacional de manda no mundo. Murdoch é parceiros dos Rothschild, Rockefeller e Morgan.

Autor: Por Jorge Serrão

Fonte: http://alertatotal.blogspot.com


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