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A usurpação da Palestina pelos judeus Sionistas da Nova Ordem Mundial

usurpação da palestina pelos sionistas illuminati

A usurpação da palestina pelos judeus sionistas illumatis te sido um dos piores exemplos de corrupção moderna colonialista do imperialismo de nossa modernidade, ainda mais, sendo redigido por uma instituição que teria por fim de operar para o bem coletivo universal, quando aqui citamos a dita; “liga das nações”, hoje conhecida como “ONU”, que em tese tudo que indica, criada para favorecer somente alguns países dominantes.

E por trás disto os supostos donos do mundo, os illuminatis agindo sempre em prol de seus interesses próprios, usando como no exemplos da palestina; a injustiça, a crueldade, a inumanidade, a cupidez humana e o fascismo desfaçado de justiça e democracia, diante de seus meios de comunicações fraudulentos, para enganarem o mundo.

Vamos aqui faver uma simples analise de alguns pontos, sobre esta vergonha moderna perante diversas organizações mundiais e de direitos humanos, que comprados fecham seus olhos diante desta e outras realidades semelhantes para a conquista de poder da elite illumimanti.

Palestina Desabitada

População Árabes maioral palestina 1916

Árabes na palestina 1916 eram de 650 mil habitantes

Esta tem sido uma das piores manipulações ao qual os sionistas tem usado diante de sua mídia, para se justificar diante do mundo e seu seu povo, para que acolham seus ideais e causa.

Já não é de agora, que sabemos que a tempos eles tem distorcidos a literatura didática em Israel e se possível, já infiltrados em diversos setores de diversas políticos de muitas nações, não estariam fazendo o mesmo com estas, sem levar em conta, o pioneirismo nisto por diversas seitas cristãs equivocadas para com estas políticas de desinformações, implantados nas mentes de muitos, fatos históricos distorcidos, justificando a inocência de Israel sionista e de seu direito unânime e divino á todos aqueles territórios.

Tudo isso diante da desculpa de que tal território antes da criação do estado de Israel, teria estado desabitado e os palestinos apenas como um povo invasor naquele momento.

A Verdade: As “comunidades não-judias” só na Palestina em 1918 representavam mais de 90 % da população, com um número de 700.000 habitantes: 644.000 árabes (574.000 muçulmanos e 70.000 cristãos) e 56.000 judeus. (Dados que serão comprovados mais abaixo)

Palestina Inexistente

Palestina 1900 maioria árabe

Foto de Jornal de 1900 revelando população árabe na palestina

Outra desculpa difundido pelos sionista e defendido a ferro e unha de seus apartidários, seria de não haver nenhuma prova de seus historiadores, algum estado ou região oficialmente denominada de palestina. É claro que não negamos isso; más isso não tira o foco central do existencialismo civilizatório de tal região, com suas tradições milenares, línguas e origens. Coisa que tal falácia tenta disfarçar diante destes discursos.

A questão é; que mesmo não oficializada por documentos democráticos ocidentais que vieram a atingir tais regiões do oriente bem mais tarde, existiu um povo, que adquiriu terras, sob uma administração oficial e plantou suas raízes através de séculos, e foram de uma hora para outra expulsos destas regiões, com suas terras confiscadas, bem como suas vidas e trabalhos de séculos.

A culpa judaica em sua queda

Sermão montanha queda judeus

Jesus judeu no Sermão da montanha em pintura palestina

Segunda uma visão cristã racionalizada, a perda da soberania nacional judaica, diante de Deus, cabe exclusivamente a si mesmo toda responsabilidade por sua queda, centrado em sua rebeldia diante das leis divinas.

Israel sofreu a deportação para babilônica, tendo sua cidade e templo destruidos como castigo dado por Deus (Jeremias 27:6), e da mesma forma no futuro, em 70 dc, outra diaspora e que segundo Jesus era outro castigo (Lucas 11:50 e Mateus 23:38), só que desta vez, sem nenhuma previsão da volta a seus territórios, como ocorreu no período babilônico, prevista por diversos profetas (Ezequiel 36:24, Jeremias 29:14 e Zacarias 10:9,10).

Portanto: foi Deus quem tirou deles seus territórios no período romano (135 dc) e deu a a outros povos e somente por ele, deve cabar este castigo. Essa mesma visão é defendida por muitos judeus ortodoxos como os Naturei Kartas, que não aceitam o “Estado de Israel”, pois segundo eles, estando em castigo não podem ter um estado ou nação e o Sionismo é uma anti-tese do judaismo religiosos.

Vejam: Deus de Israel ou da Igreja ? (filme 3 min)

A População Palestina

Síria Palestina Aéólia Capitolina

Após a destruição de Jerusalém em 70 dc, toda a cidade havia ficado em escombros, mais tarde, o imperador Adriano, promete reergue-la para o povo judeu, mais com a revolta Bar Konkba em 132, Adriano derrota tal resistência, expulsando de vez todos os judeus que restaram da guerra, se tornando uma cidade proibida para eles e como o nome mudado para “Aelia Capitolina” e rebatiza toda aquela região de “Síria Palestina”.

“….e assim, quando a cidade tinha sido esvaziada da nação judaica e tinha sofrido uma destruição total de seus antigos habitantes, foi colonizada por uma raça diferente,..” (Eusébio, História da Igreja, 39.6.3.)

– Até o século IV, foi como uma cidade essencialmente pagã, até a conversão total de Roma para com o cristianismo, encontrando seu auge no século VI com o dominio do império Bizantino. Em 636, os árabes ocupam a Palestina e convertem a maioria dos habitantes ao islamismo.

Logo que os Cristãos foram expulsos da “Terra Santa” em 1187 por Saladino, a Palestina caiu nas mãos do Sultanato Mameluco do Egito, se expandindo dai a islamização da palestina.

Após sucessivas invasões, a região é incorporada ao Império Turco-Otomano, de 1517. Já em 1829, vários camponeses egípcios migram para a Palestina.

O Golpe da Inglaterra

Golpe da Inglaterra sionismo palestina

Golpe da Inglaterra em conjunto com os sionismo judeu na palestina

Agora chegamos ao assunto importante da conspiração anglo-sionista. Neste período o Império Otamano se torna aliado da Alemanha de Hitler e a Inglaterra com a ajuda de Laurece da Arábia consegue convencer os Árabes palestino numa campanha militar com as forças Otamana.

Essa promessa estava oficializada anteriormente também pela carta de Sir Henry McMahon Alto Comissário Britanico no Egito ao Sharif Hussein (24 de outubro de 1915), onde por tal aliança, lhe cederia um estado árabe independete incluindo a palestina.

Más após a guerra vencida e com a ajuda árabe é claro; a nação da rainha, trai a promessas para com aos árabes, concluindo tal aliança com os sionistas. Fatos oficializado com a famosa “declaração de Balfour”.

Palestina incluído promessa inglesa

“Este mapa de JMN Jeffries, a Palestina, a realidade, (Londres 1939) mostra que a Palestina estava na área prometida a Hussein por McMahon. Apenas Líbano e parte da atual Síria ao Norte foram excluídos.”

Lord Curzon que presidiu a reunião do Comitê Oriental de 05 de dezembro de 1918 em que Balfour estava presente define a posição acta do governo, explicado: “A Palestina foi incluído nas áreas como a que a Grã-Bretanha comprometeu-se que eles devem ser árabe e independente no futuro …

Os britânicos mais tarde negaram em 1939, que a palestina teria sido incluída na região citada por McMahon.

O Golpe Sionista

Declaração Balfour agenda anglo sionista

Declaração de Balfour para a agenda anglo sionista

O Governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu e fará todo o possível para facilitar a realização deste objectivo, sendo claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos comunidades não-judaicas existentes na Palestina..

– Acima, parte do trecho da declaração de Balfour, ao sr Lord Rothschild e patrocinador do movimento sionista da época, “os direitos civís e religiosos das comunidades não judia” – más esse termo não foi respeitado, pois diante das tomadas de posições sionistas mais tarde, os ingleses se fizeram omissos como veremos adiante.

Os Sionistas passaram a promover a migração em massa de judeus da Europa oriental e central, em três levas: onde de 1931 para 174.610 judeus passou em 1946 ao número de 808.230 judeus.

Assim, o fundo Sionista Mundial passou a intensificar a aquisição de terras. Estas tornavam-se “propriedade eterna do povo judaico“, inalienável só podiam serem arrendadas a judeus. No caso das explorações agrícolas, até a mão de obra devia ser exclusivamente judaica. Mesmo assim até 1946, essas terra não passavam de apenas 10%, o que levou os Sionistas orquestrarem o plano mais sórdido desta história.

O Senso da Palestina

Mentira sionista sobre palestinos

Agora vamos ao que interessa, quanto a questão em refutar as mentiras sionistas, que são difundidas nos quatros cantos da terra por sua mídia, como por pseudos historiadores cristãos até de boa fé, movidos por suas fés limitadas, que moldam seus conhecimentos de forma partidária e limitando a verdade sobre a palestina, de que seria desabitada e os palestinos eram apenas judeus tribais da época.

Segundo o historiador Justin McCarthy, a população da Palestina no início do século 19 foi de 350.000, em 1860 era 411.000 e em 1900 cerca de 600.000 dos quais 94% eram árabes. Em 1914, a Palestina teve uma população de 657.000 árabes muçulmanos, 81.000 árabes cristãos, e 59.000 judeus.

https://en.wikipedia.org/wiki/Demographic_history_of_Palestine_(region)

– Esse dados se confirmam com este artigo do NY Times de 1922, que diz: “90% de uma população não SIONISTAhttp://www.4shared.com/office/Be044WzEba/NY-Times109845547.html

– Como também o próprio Arthur James Belfour: “o sionismo, seja certo ou errado, bom ou mau, está enraizada em tradições seculares, nas necessidades presentes, na esperança de futuros, de importação muito mais profundo do que os desejos e preconceitos dos 700.000 árabes que agora habitam aquela terra antiga” (Memorando de Balfour, 11 de agosto de 1919. Veja Khalidi W, ibid., P. 226.)

Mais tarde, essa parcialidade de Balfour aos interesses de Israel, são confirmados por uma declaração sua em uma reunião de gabinete, “Eu sou um sionista“.(Segev, p.41. A partir – As cartas e documentos de Chaim Weizmann.)

A Ocupação dos Territórios pelos Sionista

Ocupação sionista judia palestina

Com consequência desta injustiça imperiali-sionista, surgem as rebeliões, como o é o exemplo do confronto “ao Muro das Lamentações” em 1929 levando à morte 133 judeus e 116 árabes.

Em 1931, funda-se o Irgun, outra organização paramilitar judia que se caracterizaria pelos ataques sangrentos aos árabes. Em 29 de novembro de 1947, quando a ONU adotou a resolução de partição da Palestina, os árabes representavam dois terços da população regional.

Após a negação árabe para com a partilha determinada pela ONU em 1947, que compreendia em 33% a população Palestina e 57 por cento das terras, sendo 84% de terras cultiváveis aos judeus o clíma conflito se intensifica. De acordo com Ernest Bevin, Ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, segundo ele; foi “manifestamente injusto para os árabes“.

Massacre aldeia deir yassin

Vítimas do massacre na aldeia deir yassin; muitas mulheres e crianças

Após isso grupos terroristas judaicos (Hagana, Irgun e Stern), levam a cabo sua política de limpeza etínica. Mais de 750.000 pessoas, foram expulsas de suas aldeias pelo terror das metralhadoras sionistas. Aldeias como; Haifa, Deir Ayyub, Khisas tiveram suas casas incendiadas e muitos de seus moradores assassinados covardemente, entre eles, muitas mulheres e crianças.

Em 9 de Abril de 1948, um comando do Irgun e do Stern entrou em Der Yassin e massacrou mais de cem pessoas, homens, mulheres e crianças. A notícia desse massacre provocou a fuga de cerca de 100.000 pessoas da região de Jerusalém, além de outros palestinos que foram expulsos à força.

Media Sionista Mundial

Media sionista sobre palestina

Mídia sionista oculta fatos e propaga mentiras para o domínio da palestina

E até nosso dias tem se estendido vergonhosamente esta questão da palestina, com diversos capítulos estarrecedores desta grande injustiça e covardia sionista.

Como foi um golpe colonial, que pela idade (100 anos), já deveria ter sido resolvido pelas melhores formas democráticas com a ajuda da ONU e muitas nações influentes de primeiro mundo, com a participação popular em possíveis movimentos manifestantes diate de muitos governos, para com uma atitude e interferência mais drastica quanto a isso, a elite Illuminati prevendo isso, a tempos tem domado a população por sua mídia, com distorções de fatos para que a verdade não cheguem as massas.

Em Israel é comum, vermos essa nova geração de judeus, leigos diante de sua história, assumirem um devotamento cego aos ideais sionistas, pelas perseguições e assassinatos de seus irmãos palestinos, por causa da influência mentirosa em que este sistema maldito, tem influenciado desde a juventude os jovens nas escolas com seus livros didáticos distorcidos, que demonizam os paletinos diante da população.

Vejam:

Sionistas mudam a história para gerarem ódio entre Israelenses e Palestinos

Livros Escolares Israelenses ensinam os jovens a odiar os Palestinos

A Nova Ordem Illuminati

Agenda Nazi-sionismo gaza

Agenda Nazi-sionismo da Nova Ordem Mundial sobre gaza

O que podemos concluir, é que todo este golpe imperialista em favor dos sionistas pode ser explicado na inclusão de muitos de seus integrantes em diversos setores importante da política mundial de muitas nações e principalmente hoje, a patría do Tio San, sede do poder illuminati e co-parceiro das resoluções sionistas para com o mundo.

Seria só coincidência, a grande influência sionista na maçonaria com suas tradições e simbolismo essencialmentes judaicos como explica diversos pesquisadores ?

É claro que o exemplo da palestina acabou sendo um grande laboratório de experiências para a implantação de novos métodos de dominios que em seus exítos permitiu uma visão mais abrangente na busca de poder das elites e aos mesmo tempo nos mostrando, quais são as verdadeiras prioridades de entidades como a Liga das Nações, Onu, Otam entre outras.

Neste artigo só quiz frizar a questão do quanto há de resposabilidade desta Israel (Sionista) diante deste assunto, para que muitos possam tomar ciência e reverem seus conceitos nos termos; “certo ou errado”.

Assim, na verdade, levantando o véu das ilusões, pelas informações distorcidas da mídia e das falsas conclusões escatalógica, o cristão que se prese na verdade, diante deste fatos, não podem apoiar tais atitudes equivocadas desta nação, ainda mais fé na graça que é caracterizada pelo espírito e verdade.

A Paz entre Judeus Palestinos

Paz oriente israelenses arabes

A tão sonhada paz por muitos entre israelenses e palestinos

O Sionismo em sí é baseado pela falsa tese de ser o movimento libertador; o próprio messias filosófico, entendido por muitos de seus partidários, que induz a diversas consciências cristãs a seguirem essa agenda pela difusão destes ideais e nas igrejas até a financiarem indiretamente estes genocídios e expoliação de um povo injustamente, por seus fascínios (idolatria). Materializando-se a forma real do que conhecemos como “lavagem cerebral religiosa” e infelizmente imposta por muitos lideres religiosos equivocados, que acham estão a ajudar Deus no cumprimento de tais profecias, quando não mais, apenas ajudam a assessão de uma NOVA ORDEM MUNDIAL Illuminati.

A verdadeira nação de Deus (espiritual), deve reinar sobre todos os povos, más não pelo abuso de suas dádivas para conquistar, más pelo exercício responsável delas, em favor de seus irmãos menores, onde todos poderão se verem como uma só familia universal filhos de um mesmo Deus. Coisa que a elite global com seus ídolos jamais poderão oferecer. A paz !

E hoje, todos temos o dever de alguma forma ajudarmos com nossos recursos, nem que sejam mínimos, em favor da cobranças perante diversas instituições e governos; como forma de ajudar a resover e mudar essa situação, seja por movimentos na igrejas ou até nas redes sociais, pois não só a INGLATERRA, más diversas comunidades cristãs possuem suas cotas de responsabilidades diante deste grande problema na palestina.

Mais adiante estarei postando outros artigos em comunhão com este tema e quero deixar em evidência, dois artigos mais completo sobre o tema, da questão palestina e do estado de Israel.

Vejam:

* 64 anos do Nakba: A limpeza étnica da Palestina e as responsabilidades ocidental e brasileira

*A Palestina

– Neste filme abaixo, deixo resumido alguns fatores racionais e bíblicos do porque todo homem de bem e cristão na verdade, devem apoiar este movimento do boicote a Israel.
 

 
 

Abraços e até mais…..

Autor: Valter J.Amorim (A Espada de Miguel)


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